terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"ALMA DE PRANTO"

 "ALMA DE PRANTO"

Quem foi que viu
..........A sua alma a chorar
A própria dor agoniada
.........De noite as almas passeiam
Sombrias pelos caminhos
..........Pelas estradas, becos e ruelas
De véu escuro, nas noites em claro
..........De noite, quando as almas passeiam
E todos os ruídos, revertem-se em refúgio
.........De um corpo rasgado, remendado de dor
Vela acesa, no desabafo, vinho doce do desafio.
.........De uma promessa de passos entre os silêncios
A mordaça irônica aumenta no último refúgio do oprimido
.........Por isso que Deus proteja todas as almas de pranto e lamento.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

domingo, 15 de fevereiro de 2015

"AMAR-TE SABE BEM"

"AMAR-TE SABE BEM"

Sabe bem amar-te
É bom deitar-me ao teu lado
Sabe bem olhar-te.
É bom ter-te na minha vida
Sabe bem apreciar-te
Amar-te sabe bem
É muito bom dormir contigo.
Sabe tão bem tocar-te.
É sempre boa a tua presença.
É bom ter o teu carinho
Sabe bem o pequeno almoço contigo
É bom sentir o teu abraço
Amar-te sabe bem
Sabe tão bem abraçar-te
É muito bom sentir o teu toque
Sabe bem deitar-me no teu ombro
É tão boa a nossa cumplicidade
Como é bom amar-te
É muito bom viver na tua companhia
Amar-te sabe bem.
É bom sentir o bater do teu coração
Afinal amar-te sabe bem.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

domingo, 8 de fevereiro de 2015

"PLAGIAR O QUE"

Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=272578 © Luso-Poemas
Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

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 "PLAGIAR O QUE"

Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves. 
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.  
Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.
Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor
Que não nos pertence, plagiar o que.


 
Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

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