sábado, 20 de junho de 2015

domingo, 14 de junho de 2015

TROVOADA LENTA

  TROVOADA LENTA

O vento sopra e chega
De repente como uma trovoada...
Nada pode prendê-la......
Nada pode impedi-la......
Nada pode sufocá-la......
A minha alma é como...
Uma casa assombrada....
Com paredes desbotadas
E lembranças perdidas.....
A chuva foi aumentando...
Com a neblina de um nevoeiro....
Intenso como o corpo perdido...
Que quer refazer as forças...
Regando as folhas e as flores....
Soprando a brisa e bebendo as minhas culpas...
Como veneno que seca o meu coração....
Escrevendo as minhas cartas....
O meu começo o meu caminho....
Do silêncio desta noite e desta trovoada..!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quinta-feira, 4 de junho de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015