AMO-TE
Amo-te no meu silĂȘncio
Nem as rosas do meu jardim
Sabiam deste amor tĂŁo inocente
Que sopra baixinho em mim
Deixa-me correr, correr ao sabor
Da tua voz, ama-me embala-me
Ao som do teu corpo
Neste jardim perfumado de ti
Faz de mim uma flor
Na branca neve
Um grĂŁo de areia dentro de ti
Amo-te no meu silĂȘncio
No imenso mar de estrelas
De um beijo atrevido
Dado pelas rosas perfumadas
Que sabem da minha dor
Descomposto entre os suspiros
Num leve aroma de ti
Amo-te no silĂȘncio da minha alma
Nem as rosas sabem do meu amor por ti.
Isabel Morais Ribeiro Fonseca


Poema de uma doçura deslumbrante!
ResponderEliminarLindo demais! Beijos!
Poético como o amor!
ResponderEliminarBelĂssimo poema Maria!
ResponderEliminarAdoro ler-te Maria.
Carpe diem
Apaixonante poema, onde as palavras esgrimam a força e o sentimento que provĂ©m da alma. ❤️đ·đ
ResponderEliminar