domingo, 8 de fevereiro de 2015

"PLAGIAR O QUE"💝 🌹

Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=272578 © Luso-Poemas
Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=272578 © Luso-Poemas


"PLAGIAR O QUE"

Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço 
Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte
Onde a carcaça seca sem alimento
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo
Plagiamos, a água que queima como fogo
Onde, anda o escorpião com o seu veneno
Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão
Feita em desatinos camuflados de malvadez
Plagiamos, a dor, a vida, o amor
Que não nos pertence, plagiar o que.




Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.

Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.

Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....Que não nos pertence.!!

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

🌹MOLDURA DA MANHÃ💝


MOLDURA

Moldura da manhã
Fria como o gelo
Imerso em mim mesma
Cravo a dor de um amor perdido
Estrada infinita
Cheia de noite sem luz
Remoendo os pensamentos mais cruéis
Inverno sem cor louco de amor
Simplesmente branco como a neve
Ilusões passageiras do abismo da poesia
Sorte delirante de um poeta
Perdido com um grão de areia
Decadência em cada verso escrito
Sonhos que morrem nos becos das esquinas
Nas sarjetas imundas, abandonado à sua pouca sorte.!


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

SOU FEITA DE BARRO💝 🌹


SOU FEITA DE BARRO

Na transformação, da essência do meu ser
Resido à parte dos meus vales e abismos
Neles evoluo-me e transformo-me
Da minha própria essência
Sou feita de barro de argila verde
O tempo é morno é estreito
Mas a minha sede pela vida é intensa

Tenho afectos escondidos; saudades momentâneas
Talvez escancaradas, um amor que poucos entendem
Poucos o sentem e muitos o querem
Sem nem saber como tê-lo; desejam paixão
A luxúria permite-me explorar
Como uma mulher sem deixar
De uivar como uma loba
Descobri que não dá para ir contra


Os meus sentimentos sentidos
Quando se trata de amor, paixão ou desejo
Quando os olhares se cruzam e os dois querem
Não importa, o tempo ou a distância
O lugar mesmo cheio de multidão
Basta um olhar...sem palavras....sem gestos
É muito difícil dizer adeus, mesmo quando se quer ficar
Difícil sorrir quando se quer chorar


Mais difícil é ter; que esquecer quando se quer amar
Deixa-me sussurrar para ti amor, amanhã de manhã
Vou fazer um café só para nós dois
Para fazer-te um carinho e depois....depois vemos
Na transformação, da essência do meu ser
Resido à parte dos meus vales e abismos
Neles evoluo-me e transformo-me; da minha própria essência.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

🌹O NOSSO BEIJO💝


"O NOSSO BEIJO"

O nosso beijo perdeu o sabor
O nosso corpo perdeu a cor
Os olhos choram de um abraço
O mundo esta vazio sem ti

Quero-te de volta a minha vida
Para me ensinares a amar outra vez
O corpo morre no meio da noite
Para que nasça a alma no amor


O nosso beijo ganhou a cor
O nosso corpo ganhou o sabor
O nossa alma renasce no amor
O nossos olhos ardem de paixão


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

🌹SEARA DOCE 💝



"SEARA DOCE"

Sonhos desfeitos feitos prisioneiros
Amarguradas mágoas que ceifam vidas
Mergulhos na escuridão que o vento levou
Em grãos de areia que repousam no silêncio
Vida coberta de esplendor da anunciada morte

Onde a alma renascia de humilde transparência
Vidas feitas de esperança, que correm de águas cristalinas
Num mundo que se transforma num novo amanhecer
Seara verde pela planície, montanhas da nossa vida
Sementes caídas em terra fértil, regadas de amor!


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"RECUSO-ME A TER" 💝 🌹

"RECUSO-ME"

Recuso-me a ter
A minha alma sedenta de ódio
Aceitar que sou uma flor no meio das silvas
Estar escondida entre sonhos
De sentir-me com as mãos acorrentadas
Tentar fechar os olhos a alegria e a felicidade
A de não me sentir amada.
E não amar tudo apaixonadamente
Viver a vida sem paixão como se nada se passasse
Sofrer de dor, de saudade
De magoa, de solidão
A morrer como uma cópia, afinal só existe uma eu.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

"DO MEU SILÊNCIO" 💝 🌹


"DO MEU SILÊNCIO"

Do meu silêncio resta tão pouco
Eu queria fazer e trazer-te uns poemas
Mas trago-te apenas
Apenas estas mãos vazias de quimeras
Não consigo ler, nem tão pouco escrever
Perdi as palavras, perdi o jeito de ler
Enquanto os meus olhos caminham
A minha alma dissolvia-se em lágrimas de sangue
Dentro do meu livro está a cinza das horas
Horas, horas cruas de palavras calmas
Firmes que caminham levemente.
Palavras tão minhas com sentimentos
De alguém para ninguém
Tento escrever com insistência
Estas letras tingidas de amor
Apenas os meus gritos
Ecoam silenciosamente dentro mim
Oprimindo os meus sonhos
E as minhas pobres esperanças
Queria prender o tempo
Mas ele foge e desvanece-se!